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RESPOSTAS AS PERGUNTAS MAIS FREQUENTES

1 - QUEM TEM DIREITO A GRATUIDADE?

Tem direito à gratuidade nos transporte urbano em Linhares:

  • Idosos acima de 65 anos (Artigo 230 da Constituição Federal e Lei Municipal 3.169/2012)
  • Pessoas com deficiência residente há pelo menos seis meses no munícipio(Lei municipal 2.404/2003)
  • Crianças menores de 05 (cinco) anos de idade (Lei municipal 3.169/2012)
  • Beneficiários amparados por lei municipal, estadual ou federal
  • Alunos e Acompanhantes da escola mantida pelo Sociedade Pestalozzi de Linhares (Lei Municipal 1.317/1989)
  • Policial Civil, Militar e Corpo de Bombeiros (Lei Municipal 2.058/1998)
  • Carteiros em serviço (Lei Federal 3.326/1941)
2 - MEU CARTÃO NÃO FEZ INTEGRAÇÃO, O QUE FAZER?

Primeiro certifique-se que as linhas de origem e destino estão integradas, caso positivo entre em contato com nossa central de atendimento pelo número 2103-1550.

3 - COMO É CALCULADA A OFERTA DE VIAGENS?

A oferta de viagens é calculada de acordo com a demanda de passageiros para o horário, considerando a capacidade normal do veículo (incluindo os passageiros em pé)

4 - SE A OFERTA DE ÔNIBUS É CALCULADA DE ACORDO COM A DEMANDA, POR QUE HÁ SUPERLOTAÇÃO EM ALGUNS HORÁRIOS?
É importante observar que no cálculo do número de veículos estão computados também os lugares em pé. Porém, é respeitada a capacidade normal do veículo, com espaço para circulação. Por que, então, as superlotações ocorrem?

Embora a oferta de veículos esteja dimensionada para uma lotação normal, o grande volume de passageiros nos "horários de pico", no início e final das jornadas de trabalho, combinado com o congestionamento de trânsito produzido por um aumento extraordinário do volume de carros nas ruas nesse período, provoca um desencontro inevitável entre a oferta e a demanda.

Nesses períodos, tanto o horário fixo para a chegada ao serviço quanto o desejo de retornar o mais rápido à sua casa levam o usuário a não aguardar o próximo veículo, causando as superlotações. A superlotação é um problema mais estrutural do que meramente técnico e atinge até os mais desenvolvidos meios de transporte coletivo, como sistemas rodoviários e metroviários de grandes cidades como São Paulo, Londres, Nova Yorque e Tóquio..
5 - COMO É CALCULADA A TARIFA EM LINHARES?
As tarifas são reajustadas a cada 12 (doze) meses, por meio da aplicação da seguinte fórmula paramétrica.

CK = CKº x { 1 + [A x ((PRDi - PRDo) / PRDo)+ B x (CC) + C x ((ivrcoi - IVRCOo)/IVRCOo) x ((IGP DIi - IGP DIo) / IGP Dio)]}

Onde:
CK - é o valor reajustado da tarifa média de equilibrio;
CKº - é o valor da tarifa média de equilíbrio vigente antes do reajuste tarifário;
PRDo - é o preço do litro de óleo diesel, relativo ao mês anterior ao da data-base considerada no último reajuste tarifário já concedido, extraído do Levantamento dos Preços Praticos em Linhares, base mensal, do Sistema de Levantamento de Preços - SLP, da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis - ANP, com referência ao preço médio da distribuidora;
PRDi - é o preço do litro de óleo diesel, relativo ao mês anterior ao da data de reajuste, extraído do Levantamento dos Preços Praticados em Linhares, base mensal, do Sistema de Levantamento de Preços - SLP, da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis - ANP, com referência ao preço médio da Distribuidora;
CC - Convenção Coletiva/Dissídio Coletivo - variações acumuladas, conforme convenções ou dissídios coletivos da categoria profissional de motoristas e cobradores, com correção do valor absoluto da despesa referente a pessoal e vinculações (em percentual), ocorridas entre a data do último reajuste tarifário vigente e a data de reajuste;
IVRCOo - é o Número Índice Ônibus relativo ao segundo mês anterior ao da data-base considerada no último reajuste já concedido, calculado pela Fundação Getulio Vargas - FGV, IBRE, código 14109;
IVRCAi - é o Número Índice Ônibus relativo ao segundo mês anterior ao da data de reajuste, calculado pela Fundação Getulio Vargas - FGV, IBRE, código 14109;
IGP-DIo - é o Índice Geral de Preços - disponibilidade interna, relativo ao mês anterior ao da data-base considerada no último reajuste tarifário já concedido, calculado pela Fundação Getulio Vargas - FGV (coluna 7), Revista Conjuntura Econômica;
IGP-DIi - é o Índice Geral de Preços - disponibilidade interna, relativo ao mês anterior ao da data de reajuste, calculado pela Fundação Getulio Vargas - FGV (coluna 7), Revista Conjuntura Econômica;
A, B, C e D - são os pesos da fórmula paramétrica calculados conforme o Estudo de Viabilidade Econômico-Financeira.
6 - POR QUE QUEM MORA PRÓXIMO AO CENTRO PAGA O MESMO VALOR DA TARIFA DE QUEM MORA LONGE?
Um critério importante no cálculo da tarifa é o chamado subsídio cruzado, que permite ao usuário que mora distante e percorre longas distâncias pagar a mesma tarifa daqueles que moram próximo dos centros urbanos, ou que utilizam o transporte coletivo urbano para deslocamentos mais curtos.
Para entender como isso é possível, imagine que uma pessoa vai até uma loja para comprar um presente. A atendente pergunta se ela quer uma embalagem especial. Essa embalagem, obviamente, tem um custo adicional do material utilizado e da mão de obra. A loja tem duas opções: a primeira, cobrar uma tarifa por esse serviço (além do preço do produto), o que poderia não ser bem aceito pelo comprador. A segunda opção é diluir o custo da operação, dividindo o valor da embalagem entre os compradores. Ou seja, a decisão de diluir nos produtos da loja o valor que se gasta nos embrulhos para presente faz com que esse custo seja bem menor para todos os clientes.

Outro bom exemplo de subsídio cruzado é a redução de tarifa da energia elétrica concedida ao produtor rural, em determinada hora do dia, para irrigar sua plantação - a chamada energia verde. Quem paga por isso? A concessionária de energia elétrica? O governo? Claro que não. O custo é repassado para a tarifa de energia dos habitantes das cidades, que também serão beneficiados, já que o custo da produção desses produtores (e o preço dos produtos agrícolas) não será impactado por um custo mais alto da energia elétrica.

Assim como em qualquer outro tipo de negócio e de serviço, no transporte também não existem milagres. Para promover isonomia entre passageiros de todas as classes sociais existe a tarifa social, calculada conforme a lógica do subsídio cruzado. Se ela não fosse adotada e as tarifas urbanas fossem

simplesmente calculadas segundo a distância percorrida, os usuários moradores das periferias, distantes dos centros e, provavelmente, com menor poder aquisitivo, teriam que pagar passagem mais cara, necessária para manter o equilíbrio econômico-financeiro do serviço prestado.

Dessa forma, os passageiros de classes mais humildes fatalmente seriam penalizados. Pior ainda, seriam duplamente injustiçados por morar longe e ter que pagar mais pelo transporte coletivo. E assim também as empresas teriam que dar preferência aos trabalhadores residentes nas proximidades dos locais de trabalho, visando à redução de custos na aquisição do vale-transporte. Já pensaram nisso?

Com esse raciocínio, que segue a conhecida máxima de que não existe almoço grátis, torna-se compreensível a lógica do sistema do subsídio cruzado aplicado na prática do sistema tarifário do transporte coletivo urbano.

Para que fique bem claro, subsídios cruzados são praticados quando uma empresa produtora de bens ou prestadora de serviços eleva os preços cobrados de uma determinada classe de consumidores, para que as receitas adicionais assim obtidas lhe permitam compensar as perdas decorrentes da prestação de serviços ou venda de produtos a outra classe de consumidores, por preços inferiores ao custo. Da mesma forma, a empresa pode promover o consumo de um bem ou serviço, vendendo-o por um preço mais baixo (eventualmente abaixo do custo), e compensar essa perda aumentando o preço de outro bem ou serviço.

Os subsídios cruzados também podem ser empregados para igualar as condições de prestação de um serviço, de modo que as diferenças no custo não se reflitam em diferentes preços. Assim, todos os consumidores pagam o mesmo preço, e o prestador do serviço também não sofre prejuízos ao atender consumidores de todas as classes sociais.

Como já foi exemplificado, no transporte coletivo o que chamamos de subsídio cruzado nada mais é do que dividir o custo do serviço por todos os usuários. Segundo a pesquisa Mobilidade da População Urbana, realizado pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT) e pela Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU), o ônibus urbano é o meio de transporte mais utilizado pelas classes C e D/E; do total de deslocamentos, 41,6% e 48,5% são realizados por ônibus, respectivamente. Sem o subsídio cruzado será que isso seria possível?
7 - COMO POSSO CONSULTAR O SALDO DO CARTÃO?
O saldo do cartão valefácil pode ser consultado no momento do embarque. Ao apresentar o valefácil no validador é debitado o valor da tarifa e apresentado no visor do validador o valor debitado e o saldo restante.

Outra opção de consulta de saldo é nos validadores instalados nas lojas de recarga (Sede e Centro), os aparelhos instalado nas lojas não debitam tarifa, apenas apresentam o saldo disponível no cartão.

Obs: Não é possível consultar saldo do cartão nos validadores instalados nos ônibus sem o débito de uma tarifa, pois ao apresentar o cartão nesse dispositivo, o valor da tarifa é debitado e a catraca é destravada automaticamente.

8 - O QUE É PASSAGEM PENDENTE?
Ao apresentar o valefácil no validador, é debitado o valor da tarifa vigente e a catraca é liberada por 10 segundos, se por algum motivo o passageiro não passar dentro desses 10 segundos e a catraca travar, ao apresentar novamente o cartão no validador NÃO SERÁ debitado uma nova passagem e será apresentado a mensagem PASSAGEM PENDENTE no display do validador.

OBS: A PASSAGEM PENDENTE SÓ FUNCIONA QUANDO O CARTÃO É APRESENTADO NA MESMA VIAGEM EM QUE NÃO OCORREU O GIRO DA CATRACA
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